terça-feira, 22 de julho de 2008
ANGINA INSTÁVEL
É uma síndrome clínica geralmente causada pela ruptura de uma placa aterosclerótica, situando-se entre um quadro de angina estável e de infarto agudo do miocárdio no espectro das síndromes coronárias agudas.
Os mecanismos fisiopatológicos que precipitam as síndromes isquêmicas miocárdicas agudas têm como característica anatomopatológica a fissura da placa aterosclerótica na artéria responsável pelo evento isquêmico.
Fatores que podem tornar a placa mais vulnerável à ruptura:
• Dislipidemia;
• Nicotina;
• Monóxido de carbono;
- Níveis elevados de angiotensina e de ácido acetoacético;
- Imunocomplexos circulantes;
- Células inflamatórias e seus produtos humorais;
- Aumento da fragilidade do colágeno;
- Fatores hemodinâmicos e mecânicos;
- Liberação de agentes oxidantes potentes.
Outros fatores que além da ruptura da placa, exercem mecanismos fundamentais na instabilização de um quadro isquêmico são:
- Ativação plaquetária;
- Trombose;
- Vasoconstricção;
- Espasmo coronário.
ENDOTÉLIO VASCULAR
O endotélio vascular tem papel fundamental no controle da circulação, através da liberação e modulação de inúmeros fatores que influenciam a reatividade e a estrutura vascular e, também, a coagulação sanguínea.
Funções Endoteliais:
- Barreira seletivamente permeável;
- Síntese de substâncias vasodilatadoras e anti-plaquetárias;
Ex: Fator de relaxamento dependente do endotélio (EDRF),
Prostaglandina E2 (PGE2)
- Síntese de substâncias vasoconstrictoras e ativadoras da agregação plaquetária:
Ex: endotelinas,
endoperóxidos,
leucotrienos.
- Produção de fatores trombogênicos:
Ex:colágeno, fibronectina, tromboplastina
tissular, fator de von Willebrand, fator de
ativação plaquetária (PAF), fator V, etc.
- Produção de fatores antitrombogênicos:
Ex: Glicosaminoglicans, trombomodulina e proteína S.
- Produção de fator fibrinolítico:
Ex: Ativador do plasminogênio tecidual (t-PA), uroquinase.
- Secreção de fatores promotores do crescimento:
Ex: Fator de crescimento derivado das plaquetas (EDGF);
Fator de relaxamento dependente do endotélio (EDRF) – principal mediador da vasodilatação em presença de endotélio normal.
EDRF – análogo endógeno dos nitratos vasodilatadores.
Estímulos que produzem vasodilatação na presença de endotélio íntegro:
- Exercício físico;
- Aumento do fluxo sangüíneo vascular;
-Aumento do estresse parietal;
-Histamina;
- Acetilcolina;
-Serotonina;
-Fator de ativação plaquetária;
- Trombina, etc.
Placas ateroscleróticas em
Artérias coronárias
Instabilização das placas
Alteração da demanda/
aporte de oxigênio
Espasmo Estase circulatória
Trombose
Quanto à evolução dos trombos, se houver lise com períodos relativamente curtos de oclusão coronária, o resultado é a angina instável. Se a oclusão é total e prolongada, ocorre infarto do miocárdio.
- Circulação colateral coronária.
Diagnóstico:
- História clínica
- Exame físico
- Avaliação do eletrocardiograma de repouso.
Sinais e sintomas:
- Precordialgia intensa de até 30 minutos de duração;
- Náuseas - Vômitos;
- Sudorese fria - Palpitações.
Tratamento:
• Ácido acetil-salicílico;
• Heparina;
• Nitratos;
• Beta-bloqueadores.
A cinecoronariografia de urgência está indicada, quando após 24 horas de tratamento, não houver reversão da sintomatologia ou em casos de instabilidade hemodinâmica.
INFARTO AGUDO
DO MIOCÁRDIO
O Infarto Agudo do Miocárdio é causado pela limitação do fluxo coronário de tal magnitude e duração que resulta em necrose do músculo cardíaco.
- 60% dos óbitos ocorrem na primeira hora devido à fibrilação ventricular.
- Redução imediata e progressiva da contratilidade do segmento ventricular.
- Alterações do segmento ST e da onda T ao ECG.
- O início da isquemia começa em 60 segundos após completa oclusão da artéria coronária. As células miocárdicas começam a morrer em 20 a 40 minutos na presença de completa oclusão coronariana.
- Fluxo colateral.
Fatores de risco modificáveis:
- Dislipidemia - Tabagismo
- Hipertensão - Diabete melito
- Sedentarismo - Obesidade
Fatores de risco não-modificáveis:
- História familiar (IAM em um parente de 1º grau menor de 5 anos);
- Idade;
- Sexo (DAC ocorre 10 anos mais cedo em homens).
Causas não-ateroscleróticas do IAM:
• Espasmos da artéria coronária;
• Dissecção de artéria coronária;
• Arterites coronárias associadas a doenças sistêmicas;
• Espessamento de parede coronariana secundário a doenças metabólicas e trauma de artérias coronarianas, incluindo radioterapias;
• Embolia para artérias coronárias;
• Desequilíbrio entre a oferta e a demanda miocárdica;
• Trombose: CID, estados de hipercoagulabilidade;
• Anomalias coronarianas congênitas;
• Uso de cocaína, etc.
Manifestações Clínicas:
• Desconforto torácico/ dor;
• Anormalidades no ECG;
• Marcadores cardíacos séricos elevados.
Geralmente a dor é difusa; uma dor altamente localizada raramente relaciona-se à angina ou IAM.
Sintomas associados:
-Náusea -Inquietação
-Vomitos - Dispnéia
-Diaforese - Apreensão
-Fraqueza;
A dor do IAM dura mais tempo (tipicamente 20 min a várias horas) se comparada a da angina, não sendo aliviada por repouso ou por nitroglicerina.
Estima-se que pelo menos 20% dos IAMs são indolores (“silenciosos”) ou atípicos (não reconhecidos).
A pressão arterial no IAM freqüentemente está elevada inicialmente, mas pode estar normal ou baixa.
TESTES DIAGNÓSTICOS
Eletrocardiograma
O ECG inicial nem é perfeitamente específico nem perfeitamente sensível para todos os pacientes que desenvolvem IAM com elevação do segmento ST.
Quando a elevação típica do segmento ST persiste por horas e é seguida por horas ou dias por inversões de onda T ou Q, o diagnóstico de IAM pode ser estabelecido com quase absoluta certeza.
Marcadores cardíacos:
A maior sensibilidade e especificidade dos marcadores cardíacos séricos tornaram-no o “padrão ouro” para detecção da necrose miocárdica.
Marcadores cardíacos:
- Troponina I e T
- Creatina Quinase (CK) e suas isoenzimas MB
Complicações do IAM:
• Aneurisma do ventrículo esquerdo (VE);
• Pericardite.
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
• Oxigenação – estar atento às concentrações de oxigênio indicadas, vias aéreas livres de secreções;
• Controle da perfusão periférica e coloração das mucosas. Manter material de intubação a pronto uso;
• Controle dos sinais vitais freqüentemente visa detecção precoce de alterações, bem como o ajuste da infusão das drogas;
• Monitorização do ritmo cardíaco – deve ser avaliado quanto ao ritmo, freqüência e amplitude das ondas;
• Os eletrodos devem estar bem fixados ao tórax, deixando sempre a área para a aplicação das pás livres;
• Se apresentar alguma arritmia ao monitor, comunicar ao médico e providenciar registro do eletrocardiograma;
• Ter sempre pronto para uso e testado o aparelho para cardioversão;
• Fazer balanço hídrico rigoroso – controle dos volumes infundidos, ingesta e líquidos perdidos;
• Atentar para a aceitação da dieta, e restrição hídrica, se houver;
• Avaliação freqüente do nível de consciência;
• Atenção ao aspecto emocional do paciente.
INSUFICIÊNCIA CARDÍACA
CONGESTIVA (ICC)
Definição: É a incapacidade do coração de impulsionar o sangue a um volume e velocidade compatíveis com as necessidades metabólicas dos tecidos; para tanto, lança mão de mecanismos de compensação: hipertrofia, dilatação e taquicardia.
A falência miocárdica constitui a via final comum de diversas cardiopatias, destacando-se as seguintes etiologias:
- Isquêmica; - Chagásica;
- Dilatada idiopática; - Hipertensiva;
- Valvar - Congênita
- Periparto; - Pós-miocardite;
- Por agentes cardiotóxicos (álcool, cocaína);
Fatores de risco:
• HAS - Diabete melito
• Idade avançada - História de IAM
• Valvopatia - Cardiopatia
• Doença de Chagas - Alcoolismo
Manifestações Clínicas:
• Pulso fraco;
• Pressão arterial baixa;
• Extremidades frias;
• Presença de B3.
• Congestão pulmonar;
• Oligúria;
• Obnubilação;
• Edema;
• Dispnéia : de esforço, paroxística noturna, ortopnéia, asma cardíaca, edema agudo de pulmão, respiração de Cheyne-Stokes.
• Edema: periférico, derrame pleural, derrame pericárdico; ascite, anasarca.
• Palpitações.
Exame Físico Geral:
• Desnutrição;
• Edema de membros inferiores;
• Anasarca;
• Cianose periférica.
Semiologia Cardiovascular:
• Taquicardia;
• Íctus desviado e aumentado;
• Presença de B3 ou B4
• A estase jugular é o sinal que mais seguramente reflete hipervolemia.
Semiologia Pulmonar:
• Taquidispnéia;
• Estertores creptantes e subcreptantes basais;
• Derrame pleural;
• Respiração de Cheyne-Stokes.
Semiologia Abdominal:
• Ascite;
• Hepatomegalia.
Exames Complementares:
• ECG;
• Radiografia de tórax;
• Ecocardiografia;
• Exames laboratoriais;
• Cateterismo cardíaco.
Tratamento:
• Controle da hipertensão arterial;
• Tratamento da dislipidemia;
• Evitar fumo, álcool e drogas; ilícitas como a cocaína;
• Uso de IECA, betabloqueadores, digital, diuréticos;
• Avaliação cardiológica periódica.
EDEMA AGUDO DE PULMÃO
(EAP)
O edema pulmonar é uma síndrome clínica de causas diversas. No entanto, as alterações fisiopatológicas são semelhantes e decorrem do acúmulo de fluidos nos espaços alveolares e intersticiais dos pulmões, resultando em hipoxemia, complacência pulmonar diminuída, trabalho respiratório aumentado e ventilação-perfusão anormal.
Diagnóstico: clínico e suas manifestações dependem da quantidade de líquido acumulado nos pulmões.
Tipos:
- Cardiogênico - Não-cardiogênico
Quadro clínico:
- Ansiedade
- Agitação
- Dispnéia
- Uso da musculatura intercostal
- Batimento de asas do nariz
- Cianose - Sudorese fria
- Palidez cutânea - Respiração ruidosa
- Tosse
A tosse, inicialmente seca e persistente é seguida por tosse produtiva com expectoração espumosa, branca ou rósea.
Progressão do Exaustão
EAP respiratória
Confusão mental Hipoventilação
e torpor
Morte por hipoxemia
MANEJO DO PACIENTE COM EAP
Medidas de suporte:
- Elevação da cabeceira do leito;
- Garantir via aérea e acesso venoso adequados;
- Instalação de oxigenioterapia, em caso de disfunção respiratória grave – ventilação mecânica não invasiva e, se necessário, intubação endotraqueal ;
- Verificação dos sinais vitais e oximetria;
- Realização de ECG e radiografia de tórax;
- Realização de gasometria arterial, eletrólitos, enzimas cardíacas.
TRATAMENTO FARMACOLÓGICO:
Se PA sistólica > 90 mmHg sem sinais clínicos de choque: Morfina, Isossorbida,
furosemida, nitroglicerina ou nitroprussiato de sódio...
Se PA sistólica 70 – 100 mmHg, sem sinais de choque: Dobutamina;
Com sinais de choque: Dopamina ou dopamina + dobutamina. Medidas acima (morfina, nitrato, furosemida) quando PA sistólica > 90mmHg.
Se PA sistólica < 70 mmHg: noradrenalina;
Considerar dopamina e dobutamina
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
CINTRA, Eliane. Assistência de Enfermagem ao Paciente Gravemente Enfermo. São Paulo: Atheneu, 2003.
KNOBEL, Elias. Condutas no Paciente Grave. São Paulo: Atheneu, 2002.
SMELTZER, Suzanne.Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
STEFANI, Doral. Clínica Médica. São Paulo: Artmed,2006.
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Enfermeiros lotam Câmara dos Deputados
Brasília - A pedido do deputado federal Mauro Nazif (PSB-RO), a Câmara realizou audiência pública para discutir a redução da jornada de trabalho para a profissão de enfermagem. O debate teve como base os Projetos de Lei 1891/07, de autoria do socialista, o 2392/07, e o 2295/00, do Senado, apensados, que estipulam em 30 horas semanais a jornada de trabalho desses profissionais.
Durante a primeira parte do encontro, diversos deputados e senadores se revezaram na composição da Mesa para manifestar o apoio ao movimento que reuniu, por toda a Casa, cerca de 2 mil pessoas, entre profissionais e representantes de entidades públicas e sindicais.
O presidente da Câmara, Michel Temer, abriu a audiência dizendo do seu apoio à luta dessa classe “que lida, diariamente, com as mazelas da população”. Ao falar do livre acesso que os manifestantes tiveram no Parlamento, Temer pediu para que todos “trabalhem no sentido de informar a opinião pública de que este Poder é fundamental para a democracia”.
O deputado Mauro Nazif ressaltou a necessidade de se valorizar o profissional de enfermagem que, segundo ele [médico conhecedor do trabalho desenvolvido pelo enfermeiro], exerce um papel muito importante no trabalho dos hospitais e centros de saúde de todo o país. “É preciso melhorar as condições desse trabalhador que sofre pressões físicas e psíquicas no exercício de sua profissão”.
Nazif também destacou que os benefícios da jornada de trabalho de 30 horas não ficarão restritos aos profissionais. “Melhorando as condições de trabalho, iremos beneficiar também o paciente, que terá ao seu dispor um profissional com plena capacidade física e mental para melhor atendê-lo”.
O presidente do Conselho Federal de Enfermagem, Manoel Neri, explicou que a profissão é muito estressante e há jornadas de trabalho noturnas. Neri ainda lembrou que a jornada de médicos é menor do que a de enfermeiros - atualmente de 40 horas no serviço público e de 44 horas na iniciativa privada.
Manifestação - Completamente lotado, o auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, foi palco de uma manifestação popular que, segundo os deputados, há muito tempo não acontecia. Munidos de faixas, apitos, bandeiras, balões e camisetas, os participantes se exaltavam a cada apoio declarado pelos deputados. Para a representante do Conselho de Enfermagem de Santa Catarina, Renata dos Santos, o encontro vai ficar marcado por reunir profissionais e parlamentares em torno de um debate tão importante e necessário para os profissionais de enfermagem. Ela afirmou, ainda, que a sobrecarga de trabalho pode acarretar problemas no atendimento. “A redução da jornada é fundamental para que nós tenhamos condições de realizar um trabalho bem feito e, também, para que nós possamos cuidar da nossa própria saúde, já que sofremos, diariamente, pressões físicas e psicológicas”.
Fonte: NA HORA OnLINE
Um sujeito estava no bar e quando olhou para o
relógio começou a ficar desesperado ...
*Meu Deus já deu meia noite e eu tô aqui ainda
!!! Minha mulher vai me
matar por chegar bêbado em casa à uma hora dessas.
Então o amigo já experiente no assunto de chegar
tarde , deu o seguinte
conselho:
Faz como eu faço com minha patroa; chega de
mansinho, tira os sapatos e
entra no quarto sem fazer barulho.
Aí vai para debaixo do cobertor e, tirando a
parte de baixo do pijama dela, cai
de boca, faz um oral pra ela delicioso.
Quando você terminar ela vai estar feliz e
cansada, então vai virar pro lado e
não vai nem notar o horário e nem falar que você
chegou tarde, além de ficar
super contente no dia seguinte.
Então o cara foi pra casa... Entrou
devagarzinho... Abriu a porta do quarto sem
fazer barulho... Se dirigiu à cama e se meteu
debaixo do lençol.
Subiu o vestido do pijama e caiu de boca... Se
atracou com a mulher e deixou ela
louca.
Ela gemeu baixinho, e de repente adormeceu.
Crente do bom trabalho que tinha
feito e feliz sabendo que não ia apanhar, foi ao
banheiro tomar um banho...
Quando chegou lá, viu um bilhete pendurado no
espelho...
'QUERIDO, NÃO FAÇA BARULHO, POIS A MAMÃE VEIO NOS
VISITAR E ESTÁ DORMINDO
EM NOSSA CAMA !! QUANDO CHEGAR VÁ DORMIR COMIGO
NO QUARTO DAS CRIANÇAS '
Fisiologia do Sistema Límbico
A ilha dos sentimentos
Era uma vez uma ilha, onde moravam todos os sentimentos: a Alegria, a Tristeza, a Sabedoria e todos os outros sentimentos. Por fim o amor. Mas, um dia, foi avisado aos moradores que aquela ilha iria afundar. Todos os sentimentos apressaram-se para sair da ilha.
Pegaram seus barcos e partiram. Mas o amor ficou, pois queria ficar mais um pouco com a ilha, antes que ela afundasse. Quando, por fim, estava quase se afogando, o Amor começou a pedir ajuda. Nesse momento estava passando a Riqueza, em um lindo barco. O Amor disse:
- Riqueza, leve-me com você.
- Não posso. Há muito ouro e prata no meu barco. Não há lugar para você.
Ele pediu ajuda a Vaidade, que também vinha passando.
- Vaidade, por favor, me ajude.
- Não posso te ajudar, Amor, você esta todo molhado e poderia estragar meu barco novo.
Então, o amor pediu ajuda a Tristeza.
- Tristeza, leve-me com você.
- Ah! Amor, estou tão triste, que prefiro ir sozinha.
Também passou a Alegria, mas ela estava tão alegre que nem ouviu o amor chamá-la.
Já desesperado, o Amor começou a chorar. Foi quando ouviu uma voz chamar:
- Vem Amor, eu levo você!
Era um velhinho. O Amor ficou tão feliz que esqueceu-se de perguntar o nome do velhinho. Chegando do outro lado da praia, ele perguntou a Sabedoria.
- Sabedoria, quem era aquele velhinho que me trouxe aqui?
A Sabedoria respondeu:
- Era o TEMPO.
- O Tempo? Mas porque só o Tempo me trouxe?
- Porque só o Tempo é capaz de entender o "AMOR"."
Reinilson Câmara
Amizade verdadeira
| Qualquer um pode ficar ao teu lado quando tu estás certo, mas um amigo verdadeiro permanece ao teu lado mesmo quando tu estás errado... Um simples amigo se identifica quando ele te liga. Um amigo verdadeiro não precisa, pois vocês conhecem suas vozes. Um simples amigo inicia uma conversa com um boletim de novidades sobre a própria vida. Um verdadeiro amigo diz: "O que há de novo sobre ti ?" Um simples amigo acha que os problemas pelos quais tu estás te queixando são recentes. Um amigo verdadeiro diz: " Tu tens te queixado sobre a mesma coisa pelos últimos quatorze anos! Sai do marasmo e faça algo sobre isto." Um simples amigo nunca o viu chorar. Um verdadeiro amigo tem seus ombros encharcados por tuas lágrimas. Um simples amigo traz uma garrafa de vinho para a sua festa. Um amigo verdadeiro chega mais cedo para ajudá-lo a cozinhar e fica até mais tarde para auxiliá-lo na limpeza. Um simples amigo odeia quando tu ligas após ele já ter ido para a cama. Um verdadeiro amigo te pergunta porque demorou tanto para ligar. Um simples amigo procura conversar contigo. Um verdadeiro amigo ajuda-te a resolver teus problemas. Um simples amigo, quando o visita, age como um convidado. Um verdadeiro amigo abre tua geladeira e se serve. Um simples amigo acha que a amizade terminou quando vocês tem uma discussão. Um verdadeiro amigo sabe que não existe uma amizade enquanto vocês não tiverem uma divergência. Um simples amigo espera que tu sempre estejas por perto quando ele precisar. Um verdadeiro amigo espera estar sempre por perto quando tu precisares dele. Quem dá sentido as palavras é quem as ouve e não quem as diz. |
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A amizade
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Dia do amigo - Campo de batalha
Os amigos Mark e Bill
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